No meu artigo anterior — “Amamentação: devo ou não amamentar? Serei capaz?” — falei sobre os benefícios da amamentação. Além disso, abordei as principais dificuldades e motivos para a interrupção precoce da amamentação.
Entre os principais desafios físicos, emocionais e sociais estão:
- Dor e fissuras mamilares;
- Mastite e ingurgitamento mamário;
- Exaustão física;
- Instabilidade emocional no pós-parto;
- Pressão social;
- Regresso precoce ao trabalho.
Muitos destes desafios estão diretamente relacionados com os fatores que contribuem para a interrupção precoce da amamentação.
Alguns desses fatores estão fora do nosso controlo — como o internamento do recém-nascido numa unidade de cuidados intensivos ou o baixo peso ao nascer. No entanto, existem outros aspetos que podem ser antecipados, prevenidos ou minimizados com informação, preparação e acompanhamento adequado [1–3]:
- Atraso no contacto pele a pele;
- Uso de chupeta e bicos artificiais nas primeiras semanas;
- Início tardio da amamentação;
- Instabilidade emocional materna;
- Falta de acompanhamento adequado;
- Perceção de leite insuficiente.

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Contudo, muitos destes fatores não dependem exclusivamente da mãe — e isso é importante ter em causa.
Com base nas recomendações da Direção-Geral da Saúde (DGS) e na minha experiência pessoal, deixo as 7 estratégias que mais me ajudaram. Estas dicas ajudaram sobretudo nos primeiros dias, que foram os mais vulneráveis.
- Qual a fase mais difícil da amamentação?
- 1: Corrigir a pega desde o primeiro dia de amamentação
- 2: Transmitir à equipa médica os seus desejos quanto à amamentação
- 3: Cuidar muito bem dos seios
- 4: Não ofereça chupeta nem bicos artificiais ao seu bebé
- 5: Estabeleça um ambiente tranquilo em casa
- 6: Combata a perceção de leite insuficiente com informação
- 7: Cuide da sua saúde física e emocional
- Conclusões
- Referências bibliográficas
Qual a fase mais difícil da amamentação?
A evidência sugere que as primeiras 2 a 4 semanas pós-parto constituem o período de maior vulnerabilidade. Tanto para dificuldades técnicas como para o abandono precoce do aleitamento materno [4-6] pois:
- As dificuldades de pega e dor surgem com maior frequência na primeira semana;
- O ingurgitamento mamário é mais comum entre o 3.º e 5.º dia;
- A mastite ocorre mais frequentemente nas primeiras 6–8 semanas;
- A perceção de leite insuficiente é uma das principais razões para desistência no primeiro mês;
Biologicamente, a produção de leite ainda está a estabilizar.
Emocionalmente, a mãe encontra-se mais vulnerável. Principalmente no primeiro filho, é tudo novo.
Além disso, socialmente, pode existir pressão ou falta de apoio.

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Por isso, é extremamente importante que o parceiro/parceira esteja envolvido em todo a tomada de decisão. Bem como é importante que conheça o processo e as dicas. Isso torna tudo muito mais fácil e irás perceber, ao longo do texto, o porquê.
Na verdade, isto é algo que se aplica tanto à amamentação como a toda a paternidade.
1: Corrigir a pega desde o primeiro dia de amamentação
A dor nos primeiros dias de amamentação é comum. Pode ocorrer devido à adaptação do corpo, ao aumento da sensibilidade mamilar e, sobretudo, à fase de aprendizagem. Tanto do bebé como da mãe.
No entanto, a melhor forma de evitar dor persistente e fissuras mamilares é garantir que a pega está a ser realizada de forma correta. Mas como saber se a pega está correta?
Idealmente, a mãe deve ter acompanhamento da equipa de enfermagem durante o internamento pós-parto. Contudo, sabemos que isso pode depender dos recursos disponíveis, da equipa e até das circunstâncias do hospital.
Por isso, é fundamental que a grávida se informe previamente. Conhecer os sinais de pega correta permite agir no momento certo. Além disso, envolver o parceiro/a é extremamente importante porque pode ajudar a identificar erros e a ajustar a posição.
Quais os sinais de pega correta?
- O bebé tem a boca aberta, com os lábios virados para fora;
- Abocanha o mamilo e uma boa porção da aréola. Fica mais aréola visível acima do lábio superior do que abaixo;
- O queixo do bebé está encostado à mama;
- O nariz está livre, permitindo respiração confortável;
- A sucção é ritmada e silenciosa.

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Portanto, nos primeiros dias, é necessário recomeçar a mamada sempre que a pega estiver incorreta.
Além disso, as dificuldade podem aumentar quando a mãe tem mamilos invertidos ou planos. Para saber se tem mamilos planos ou invertidos basta apertar suavemente a aréola com o polegar e o indicador. Se o bico se retrai ou afunda é invertido. Se não se projeta, mas fica ao nível da aréola é plano.
Na minha opinião, e de acordo com recomendações clínicas, o ideal é procurar apoio ainda durante a gravidez.
Concluindo, a dor persistente não deve ser normalizada. Quando corrigimos a causa, prevenimos uma das principais razões de abandono precoce do aleitamento materno [5].
2: Transmitir à equipa médica os seus desejos quanto à amamentação
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda explicitamente:
- Contacto pele a pele imediato e prolongado;
- Início da amamentação na primeira hora de vida;
- Evitar separação desnecessária entre mãe e o bebé.
Estas recomendações visam o aumento da probabilidade de aleitamento materno exclusivo (AME) e maior duração da amamentação [1]. Por isso, é essencial que estes desejos sejam comunicados previamente à equipa de saúde.
Como? Através do plano de parto.
Em Portugal, a mulher tem o direito de participar nas decisões relativas ao seu parto. Nomeadamente através da Lei n.º 110/2019, que consagra os direitos das mulheres na gravidez e no parto.

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O plano de parto é uma ferramenta prática para exercer esse direito, pois permite:
- Expressar a intenção de amamentar;
- Solicitar contacto pele a pele imediato;
- Pedir que o bebé não receba suplementos sem indicação médica;
- Solicitar que não sejam oferecidas chupetas ou biberões nas primeiras horas;
- Reforçar a importância do alojamento conjunto.
No entanto, o plano de parto não é um documento rígido nem se sobrepõe a situações clínicas urgentes. Mas deve ser respeitado sempre que não exista contraindicação médica.
Durante o trabalho de parto, a mãe está naturalmente focada no processo físico e emocional que está a viver. Por isso, o parceiro/a pode ser essencial nesta fase desde que esteja totalmente informado.
Desta forma poderá ser a voz da mãe quando ela não estiver em condições de o fazer.
3: Cuidar muito bem dos seios
O auto-cuidado mamário é fundamental para prevenir os principais motivos de dor e abandono precoce de aleitamento [6]:
- Mastites;
- Fissuras mamilares;
- Ingurgitamento mamário.
Isto é especialmente importante na fase inicial. Pois o período após a “descida do leite”, geralmente entre o 2.º e 4.º dia pós-parto, é particularmente sensível.
O que devo fazer?
- Escolher produtos adequados (qualidade, não quantidade);
- Estabelecer uma rotina de auto cuidado após todas as mamadas.

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Produtos adequados
Aqui vou apresentar a lista de produtos que eu utilizei e que me ajudaram imenso. Não quer dizer que funcione a 100% como todas as pessoas mas, na minha opinião, é um ótimo ponto de partida:
- Soutiens de amamentação de algodão (confortáveis, sem aros e que ofereçam bom suporte).
- Mamilos de prata;
- Copo coletor de leite materno;
- Creme de lanolina;
- Sacos de conservação.
Estabelecer uma rotina de auto cuidado após cada mamada
Após a descida do leite, eu estabeleci a seguinte rotina de amamentação:
- Registar mamada;
- Amamentar;
- Massagem suave;
- Drenagem manual se a mama estiver muito cheia (máx 5 minutos);
- Frio (máx 10 minutos);
- Lanolina se existir feridas;
- Colocar mamilos de prata;
- Armazenar o leite em sacos de conservação.
Registar mamada
Primeiro, registar o inicio da mamada pois ajuda a alternar mamas e monitorizar a frequência.
Na minha opinião, a forma mais fácil é utilizar uma aplicação (e.g. “diário do bebé – amamentação”, “diário & rastreador de bebé”). Isto porque também vai ajudar com o registo do fluxo urinário e dejeções, indicadores indiretos de ingestão adequada nas primeiras semanas.
Amamentar, Massagem e Drenagem manual
Enquanto o bebé mamava num peito, eu começava logo a tratar do outro seio.
Portanto, começava por massajar e retirar o leite com a ajuda do copo coletor (máx 5 minutos). Isto para aliviar o peito, prevenir ingurgitamento mamário e mastites. Além disso, na fase inicial a oferta ainda está a ser regulada. Por isso, evita as bombas de extração elétrica porque estimula muito mais a produção do leite.

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Frio
Logo após o bebé terminar a mamada aplicava gelo ou compressas frias, no máximo 10 minutos. Isto alivia muito pois reduz o inchaço, a inflamação e a dor. No entanto é preciso ter muito cuidado com a duração da aplicação e não colocar mais tempo que o recomendado.
Lanonina e Mamilos de prata
Por fim, se tivesse alguma ferida, colocava o creme de lanolina. Senão, colocava apenas os mamilos de prata. Na minha opinião, os mamilos de prata, são extraordinários.
A prata é um antimicrobiano, antifúngico e antibacteriano natural. Além disso, ajuda também a curar feridas e rachaduras, protegendo os mamilos sensíveis.
Na minha opinião, o mais extraordinário dos mamilos de prata é que protege o mamilo e este não toca na roupa. O que no inicio é algo extremamente desconfortável porque os mamilos estão muito sensíveis.
Armazenar o leite
Por fim, no final da rotina, retirava o leite do copo coletor, colocava nos sacos de conservação e armazenava. Não esquecer de escrever sempre a data de coleta no saco pois é a melhor forma de controlar os tempos recomendados de conservação.
Mais uma vez é essencial que o companheiro/a tenha um papel ativo no cuidado do bebé. Isto irá permitir que a mãe consiga focar-se na amamentação e na recuperação física. Assim, a mãe pode focar-se “apenas” em alimentar o bebé e cuidar de si.
4: Não ofereça chupeta nem bicos artificiais ao seu bebé
Esta é uma recomendação frequente quando o objetivo é estabelecer o AME.
A OMS recomenda evitar a introdução precoce de chupetas e bicos artificiais enquanto a amamentação não estiver bem estabelecida [7] porque:
- O bebé ainda está a aprender a coordenar sucção, deglutição e respiração;
- A produção de leite está a ajustar-se à procura;
- A pega ainda está em consolidação.

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A sucção na mama é diferente da sucção na chupeta ou no biberão. A introdução precoce pode:
- Levar a pega mais superficial;
- Aumentar o risco de fissuras;
- Diminuir o tempo efetivo na mama;
- Contribuir para menor estimulação da produção de leite;
- Estar associada a interrupção mais precoce da AME [5]
Nem todos os bebés terão dificuldades, mas no primeiro mês — que já é um período sensível — reduzir variáveis ajuda.
No entanto, existem contextos clínicos específicos em que os profissionais podem recomendar estratégias diferentes (por exemplo, prematuridade ou necessidade de sucção não nutritiva em ambiente hospitalar).
Por isso, a decisão deve ser sempre individualizada.
Mas se o objetivo é facilitar a adaptação inicial e reduzir o risco de dificuldades, evitar chupeta e bicos artificiais no primeiro mês pode ser uma estratégia protetora.
5: Estabeleça um ambiente tranquilo em casa
O contacto pele a pele precoce está associado a maior probabilidade de iniciar e manter o aleitamento materno [1].
No entanto, este momento não termina na sala de partos. Pode (e deve) ser prolongado nos primeiros dias em casa.
Após o nascimento, o período neonatal é biologicamente sensível tanto para o bebé como para a mãe. A amamentação ainda está a ser aprendida, o corpo está em adaptação hormonal intensa e o descanso é limitado. Portanto, criar um ambiente calmo e protegido pode fazer uma diferença significativa.
No nosso caso, decidimos não receber visitas até nos sentirmos preparados. Estávamos apenas eu e o meu marido.

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Isso permitiu:
- Amamentar sem constrangimento;
- Fazer pele a pele frequentemente;
- Estar confortável fisicamente;
- Descansar entre mamadas;
- Reduzir estímulos e pressão social.
Além disso, senti que este período mais resguardado foi muito importante para nos conhecermos como nova família. Desta maneira tivemos tempo e espaço para conhecer verdadeiramente o nosso bebé – os seus sinais, ritmos e necessidades. Mas também para ele se adaptar a nós.
Na minha opinião foi mais fácil criar ligação, observar o bebé e ganhar confiança nos nossos novos papéis.
Criar este “casulo” inicial não significa isolar-se do mundo, mas sim priorizar a recuperação física, o vínculo e o estabelecimento da amamentação.
Naturalmente, cada família deve identificar aquilo que faz mais sentido para si. O importante é que a decisão seja consciente e alinhada com as necessidades da mãe e do bebé. Ou seja, não deve ser tomada por pressão social ou expectativa externa.
No meu caso, esta escolha foi essencial para o meu descanso e para a minha estabilidade emocional no pós-parto. Durante aqueles dias, concentrei-me apenas em três coisas: recuperar, alimentar o meu bebé e cuidar da minha família.
E isso fez toda a diferença.
6: Combata a perceção de leite insuficiente com informação
A perceção de leite insuficiente é uma das razões mais frequentemente apontadas para a interrupção precoce do AME [5].
É importante distinguir perceção de insuficiência de insuficiência real. Na maioria dos casos, o problema não é a quantidade do leite, mas a interpretação de comportamentos normais do bebé. Especialmente no primeiro mês.

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Nesta fase, é expectável que o bebé mame muitas vezes ao longo do dia. Isto pode acontecer por vários motivos:
- Picos de crescimento;
- Necessidade de conforto e regulação emocional;
- Ajuste fisiológico da produção de leite à procura do bebé;
- Desenvolvimento do padrão de sucção e coordenação.
A produção de leite funciona sobretudo por mecanismo de oferta e procura. Quanto mais o bebé mama, maior tende a ser o estímulo para produção. Este padrão pode ser confundido com “fome constante”, quando na realidade faz parte da adaptação normal do processo.
Um dos mitos mais persistentes é a ideia de que o “leite é fraco”. No entanto não existe evidência científica que sustente a existência de leite materno “fraco”. O leite humano é biologicamente adaptado às necessidades do bebé, variando naturalmente na sua composição ao longo da mamada, do dia e das fases do desenvolvimento — mas mantendo adequação nutricional.
Muitas vezes, comentários externos são feitos sem qualquer avaliação clínica ou análise objetiva. Mas num período emocionalmente vulnerável, essas opiniões podem gerar insegurança desnecessária.
Por isso, antes de concluir que “não há leite suficiente”, é fundamental avaliar sinais objetivos de que o bebé está bem:
- Ganho de peso adequado;
- Número suficiente de fraldas molhadas;
- Estado geral do bebé.
7: Cuide da sua saúde física e emocional
A amamentação não depende apenas da técnica. Depende da mãe — do seu corpo, da sua energia e do seu equilíbrio emocional.
A exaustão física, a privação de sono e a instabilidade emocional no pós-parto estão associadas a maior risco de interrupção precoce do aleitamento materno [2,3]. O primeiro mês é particularmente exigente. Isto porque o bebé mama com elevada frequência, o corpo está em intensa adaptação hormonal e a recuperação do parto ainda está em curso.

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Cuidar da saúde materna não é um luxo mas sim uma necessidade biológica.
No primeiro mês, tomei decisões muito conscientes:
- Dormia sempre que possível, mesmo que fossem períodos curtos;
- Reduzi expectativas em relação à casa, visitas e produtividade;
- Protegi o meu espaço emocional de comentários desnecessários ou opiniões não solicitadas.
A privação de sono acumulada aumenta irritabilidade, reduz tolerância ao stress e pode afetar a confiança materna. Sabemos também que níveis elevados de stress podem interferir com o reflexo de ejeção do leite.
Além disso, o período pós-parto é uma fase de vulnerabilidade psicológica. A pressão para que “tudo corra bem” pode gerar sentimentos de culpa quando surgem dificuldades. Por isso, é fundamental reconhecer limites, pedir ajuda e validar emoções.
A saúde mental materna não é secundária — fré estrutural para o sucesso do aleitamento.
Uma mãe apoiada, descansada dentro do possível e emocionalmente segura tem maior probabilidade de manter a amamentação do que uma mãe exausta e sobrecarregada.
Cuidar de si é, também, cuidar do seu bebé.
Conclusões
A amamentação é um processo fisiológico, mas não é automaticamente simples. Envolve aprendizagem, adaptação e, muitas vezes, superação de desafios físicos e emocionais.
Muitos dos fatores associados à interrupção precoce do aleitamento não surgem por falta de vontade. Surgem sim por dor não resolvida, insegurança, exaustão ou ausência de apoio adequado.
A boa notícia é que vários destes desafios podem ser prevenidos ou minimizados com informação, preparação e uma rede de suporte presente e ativa.

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Corrigir a pega desde o início, comunicar desejos à equipa de saúde, proteger o ambiente no pós-parto, evitar interferências desnecessárias, cuidar dos seios, combater mitos com conhecimento e priorizar a saúde física e emocional da mãe não são “detalhes” — são estratégias estruturais.
Nem tudo está sob o nosso controlo. Mas aquilo que está merece ser preparado com consciência.
E acima de tudo: pedir ajuda não é sinal de fracasso — é uma forma de proteger o aleitamento.
Se está a iniciar esta jornada e ainda se questiona se deve ou não amamentar — ou se será capaz — escrevi também um artigo exatamente sobre essas dúvidas iniciais: “Amamentação: devo ou não amamentar? Serei capaz?”.
Este artigo fez sentido para ti ou ajudou a sentires-te mais preparada? Partilha-o com outra mãe que esteja a iniciar a sua jornada de amamentação. A informação certa, no momento certo, pode fazer toda a diferença.
Já passaste por esta fase? Então partilha nos comentários quais foram os maiores desafios e o que mais te ajudou nos primeiros dias. Cada experiência de amamentação é única e a tua experiência pode apoiar outra mãe.
Até à próxima encrenca!
Referências bibliográficas
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- Vargas-Pérez, S., Hernández-Martínez, C., Canals-Sans, J., & Arija, V. (2025). Factors influencing breastfeeding initiation, duration, and early cessation: A focus on maternal and infant characteristics. International Breastfeeding Journal, 20(1), 49. https:/doi.org/10.1186/s13006-023-00741-5.
- Anholetto, A. C. (2021). Dificuldades com a amamentação e desmame antes de dois meses de idade: estudo de coorte em Botucatu/SP (Dissertação de mestrado). Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”. http://hdl.handle.net/11449/214945.
- Victora, C. G., Bahl, R., Barros, A. J. D., França, G. V. A., Horton, S., Krasevec, J., Murch, S., Sankar, M. J., Walker, N., & Rollins, N. C. (2016). Breastfeeding in the 21st century: Epidemiology, mechanisms, and lifelong effect. The Lancet, 387(10017), 475–490. https://doi.org/10.1016/S0140-6736(15)01024-7
- Odom EC, Li R, Scanlon KS, Perrine CG, Grummer-Strawn L. Reasons for earlier than desired cessation of breastfeeding. Pediatrics. 2013 Mar;131(3):e726-32. doi:10.1542/peds.2012-1295.
- Amir LH. Managing common breastfeeding problems in the community. BMJ. 2014;348:g2954. doi:10.1136/bmj.g2954.
- Organização Mundial World Health Organization. (2023). Infant and young child feeding. https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/infant-and-young-child-feeding.

Gostei imenso deste artigo. Muito bem explicado e resumido ao mesmo tempo! Neste momento estou grávida de quase 39 semanas e a minha Matilde está demasiado bem no quentinho. Acredito que a amamentação vá ser uma grande aventura, mas ao mesmo tempo que tudo se resolva com suporte e paciência. Obrigada por este artigo!
Muito obrigada pelo teu comentário, Beatriz!
Vai correr tudo bem!