O momento mais especial do nosso casamento foi, sem dúvida, o workshop onde criámos, juntos, as nossas alianças de casamento.
Se também estás a preparar o teu grande dia, talvez te interesse ler o nosso guia sobre como realizar um casamento civil em Portugal.
Onde tudo aconteceu
A experiência decorreu no Centro de Joalharia em Lisboa, num ambiente acolhedor e muito bem organizado.
A reserva foi feita online, de forma rápida e intuitiva. O planeamento é muito fácil pois é possível consultar diretamente os dias e horários disponíveis.
O workshop de alianças de casamento
O workshop dura entre 3 a 4 horas. Em primeiro lugar há uma breve introdução, onde explicam todo o processo. Além disso, ajudam a escolher os detalhes. Nomeadamente, tipo de ouro, espessura, largura e acabamentos.
Em seguida, passamos à oficina para a parte prática, que é a mais especial. Eu fiz a aliança de casamento do meu marido, e ele a minha.

Como é óbvio, não tínhamos nenhuma experiência em ourivesaria. Mas sentimo-nos seguros e acompanhados em todo o processo.
Tivemos a oportunidade de fundir o ouro e trabalhar o metal, com o apoio constante do ourives Sr. João. Além disso, os acabamentos finais são feitos por ele, garantido a perfeição do resultado. Na nossa opinião, a sua simpatia e vasta experiência, torna toda a experiência ainda mais agradável e memorável.

Depois do workshop de alianças de casamento
As alianças não ficam connosco no final da sessão. Isto porque é necessário receberem o selo oficial de contrastaria, na Casa da Moeda. Esse selo garante a autenticidade e a legalidade do metal.
Além disso, é possível gravar algo na aliança, como uma frase personalizada no interior do anel. Depois disso são entregues, cerca de uma semana depois, prontas a usar no grande dia.
Custos do workshop de alianças de casamento
O custo do workshop foi de 350€, ao qual se soma o valor do metal. Optámos por adquirir o ouro diretamente com eles mas existe a possibilidade de levar metal de família. Assim é possível tornar tudo ainda mais simbólico e mais barato.
Uma experiência autêntica
Para além de criarmos algo simbólico, tivemos sempre total transparência durante o processo. Recebemos aconselhamento claro sobre cada etapa e sobre os materiais. Além disso, ao contrário das alianças já feitas, aqui sabemos exatamente o que estamos a comprar e a criar. Isso dá uma confiança enorme — e torna tudo ainda mais especial.
As nossas alianças contam agora uma história – e fomos nós que a escrevemos.
Se estás na fase de planear a cerimónia, deixo aqui o nosso guia sobre como casar no civil em Portugal.
E vocês? Criaram as vossas alianças ou escolheram algo pronto? Como foi a vossa experiência?
Até à próxima encrenca!

A experiência de fazer as nossas alianças de casamento na Nazaré, na “MIL Jewellery”, foi muito mais do que esperávamos. Foi profunda, emotiva e absolutamente inesquecível.
Desde o primeiro momento com a Catarina sentimos uma ligação imediata, como se fosse “desde sempre”. Fomos recebidos com os nossos nomes escritos à nossa espera, um ramo de flores secas oferecido com carinho e uma energia tão acolhedora que rapidamente nos fez sentir em casa.
A Catarina guiou todo o processo com uma serenidade incrível, explicando cada etapa e dando-nos sempre espaço para viver a experiência à nossa maneira. Fomos nós próprios a fazer as alianças: com algum receio, é verdade, mas com uma entrega total. Foi emocionante acompanhar todo o processo e perceber que aquelas alianças estavam mesmo a nascer das nossas mãos. Eu fiz a do Fábio e ele fez a minha, o que deu ainda mais significado a tudo.
A escolha do modelo da aliança foi feita de forma divertida, atirando uma moeda ao ar, e o resultado não podia ter sido mais especial. Aliás, enquanto casal temos esta pequena rotina: sempre que estamos em dúvida, deixamos a decisão a cargo do universo e recorremos a uma moeda — quase sempre de 20 cêntimos, por ser o número do nosso dia.
Ao longo da experiência houve risos, momentos de silêncio, emoção à flor da pele e uma sensação constante de partilha verdadeira.
A Catarina registou tudo fotograficamente, mas deixou-nos sempre à vontade para também fazermos os nossos próprios registos. No final, como é tradição no seu estúdio, tirámos uma fotografia com as alianças, que ficou na parede da MIL — um gesto simples, mas cheio de simbolismo, que nos fez sentir parte de algo maior.
Mais tarde descobrimos que a Catarina tem familiares na Ilha da Madeira e, quando veio de férias, fizemos questão de estar com ela para lhe dar um abraço. Isso diz muito sobre a relação genuína que se criou.
Foi, sem dúvida, uma das melhores experiências das nossas vidas. Não criámos apenas alianças — criámos memórias, laços e um significado que levaremos para sempre connosco. É uma experiência que recomendo a todos.
Vou partilhar a página da MIL Jewellery para que, se alguém tiver curiosidade, possa conhecer melhor o trabalho incrível da Catarina.
* https://www.miljewellery.com/?utm_content=link_in_bio&fbclid=PAb21jcAPz8QNleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZA81NjcwNjczNDMzNTI0MjcAAafQXtSWGSUdc3wN6QAtejMyXl0dIhOxgN0YinqtZF_eiUxK9ubeJP2jS6A_Xg_aem_CNoNBgVhjqBXqEOfi3XV4w&utm_source=ig&utm_medium=social
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